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Área Reservada
Caminhando

II Trilho Viseu

“Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu, encontrei o meu amor… Ai Jesus, que lá vou eu!”

 

Assim se canta por Viseu, a bela cidade de Viriato. Cantigas e lendas, não faltam por aqui! Diz uma delas que, aquando da reconquista cristã, um dos guerreiros, chegado à cidade, terá exclamado: «Que viso (vejo) eu?»… E que terá assim nascido o nome da cidade.

 

No dia 11 de Fevereiro de 2017, às 7h00, os AMUT’eiros rumaram alegremente para Viseu, Cidade milenar e Sede de Distrito com o mesmo nome, onde se consta que é bom viver. De facto, já ficou por diversas vezes no primeiro lugar das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com a melhor qualidade de vida. No final da viagem, de cerca de 1h30, já nos aguardava a nossa anfitriã e guia para este dia, a Elisabete Almeida, nascida e criada nesta maravilhosa cidade. A aventura por terras de Viriato iniciou-se com o já tradicional pequeno-almoço e de seguida, de barriguinhas compostinhas e plenos de energia, iniciamos o percurso com uma extensão de cerca de 10 km.

 

Após o almoço, foram distribuídos pelos participantes um conjunto de brindes promocionais (uma planta de cidade, um postal e um pin), gentilmente oferecidos pela Câmara Municipal de Viseu no âmbito do projeto “2017 – Visite Viseu”, que muito agradaram a todos.

 

Para aquecer os músculos entramos na Ecopista da Cidade, de onde rumamos até à estátua de Viriato e à célebre “Cava de Viriato”, uma fortaleza em terra batida, em forma octogonal, rodeada por um fosso, com área de cerca de 38 hectares, onde foi tirada a primeira foto de grupo.

 

O percurso seguiu então pelo Jardim do Fontelo, onde os encontros com belas e coloridas penas de dezenas de pavões encantaram os caminheiros, assim como a multiplicidade de qualidades de árvores. Continuamos, com ânimo, até ao centro da Cidade, por ruas, recantos, jardins e pelos belíssimos monumentos históricos de Viseu, como seja a sua Sé, e por algumas particularidades de uma cidade que gosta de receber e agradar a quem a visita. Foi precisamente na Sé que o grupo se voltou a reunir para mais uma foto de grupo. Já estávamos na reta final desta aventura, quando os AMUT’eiros regressaram ao local inicial da caminhada para o ansiado almoço.

 

Uma parte do grupo, que tinha optado pelo pic-nic de casa, ficou a usufruir das ótimas condições do Parque do Fontelo, num momento de muita alegria e onde não faltaram deliciosas e diversificadas iguarias caseiras e bebidas consentâneas com a qualidade dos víveres.

 

Os restantes AMUT’eiros seguiram, de autocarro, para a Quinta Fontinha da Pedra, em Moure de Madalena, onde lhes foi servido um fantástico banquete com especialidades regionais que confortaram amplamente a fome dos comensais.

 

De coração cheio com um dia recheado de História, beleza natural, “qualidade de vida” e muita alegria, regressamos a Gondomar, pelas 17h.

 

A AMUT agradece à Elisabete Almeida que nos guiou e orientou pela sua Cidade, contando-nos muito das suas lendas e da sua História.

 

Caminhar com os AMUT’eiros torna a vida mais feliz e como dizem lá por Viseu: “Bem hajam!”