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Área Reservada
Caminhando

V Trilho Rota de S. Bento - Aboadela, Amarante

Os Amut`eiros iniciaram o fim-de-semana no sábado, 23 de julho de 2016. Logo de manhazinha, ainda não eram 7 horas, e já se encontravam em frente à Camara Municipal de Gondomar para rumar a Aboadela, Amarante, e eram em grande número: “78”.

A viagem, num autocarro enorme juntamente com uma carrinha de 9 lugares, foi em direção à aldeia de Aboadela, onde se parou para o sempre esperado pequeno-almoço. Mal parou o autocarro, era ver um grupo de pessoas afoitas para tomar posição na fila a fim de ser servido, no pacato café/restaurante nada habituado a tamanha invasão.

Já mais acordados e de estomago composto, iniciamos de imediato o percurso da Rota de São Bento, antes que a força do calor atingisse maior expressão, pois estava prevista uma temperatura a rondar os 35 graus.

Por entre ruas e calçadas, atravessamos a aldeia até à entrada de uma rua de alcatrão, que nos levou a um estradão de terra batida, já em plena serra do Marão. O percurso foi feito em bom ritmo, ora ao sol que já era bem quentinho, ora à fresca proporcionada pela sombra do arvoredo e riachos, atingindo a parte mais alta do trajeto com a chegada à capela de S. Bento, onde se deu o reencontro de todo o grupo, aproveitando as sombras para descansar, repor energias através de alimentos e líquidos e antes de retomar a marcha com a habitual foto de grupo.

O resto de percurso foi muito mais fácil, em sentido descendente por entre caminhos soalheiros, e valiam-nos as sombras e as bicas de água que se iam encontrando ao longo do trilho. Fica ainda o registo da passagem de uma grande quantidade de carros, alguns com muitos anos e bem ornamentados, pertencentes ao um casamento e ao qual nos juntamos no festivo acontecimento através da nossa alegria.

Os primeiros a atingir o local de repouso e alimentar, foram os que optaram por picnic, mesmo antes da ponte românica à entrada do centro da aldeia. Um bom relvado junto ao rio Ovelha a servir de sala de almoço, onde se estenderam as toalhas e se espalharam os alimentos e bebidas a serem saboreadas. Os restantes, tiveram de passar pela ponte, atravessar a rua principal da aldeia, com o seu casario granítico, algum com aspeto abandonado, a junta, a igreja, o tanque de pedra e a bica de água gelada que brotava abundantemente.

Chegamos finalmente ao restaurante, num sítio muito aprazível, planície ervada com a presença de cavalos, cães e rodeado de serras. Um conjunto de mesas e cadeiras por baixo de um tolde, onde foi servido uma boa posta de carne de gado maronês, acompanhado por um verde bem fresco que fez a delícia de quem ousou experimentar. O tempo passou tão rápido e despreocupado que a maioria não se levantou, a não ser para o regresso, deixando para trás a possibilidade de se refrescar nas águas do rio Ovelha ou mesmo no chuveiro instalado no relvado.

É neste ambiente que custa dar a partida de regresso, mesmo numa altura de maior relaxamento, mas, há horários a que não podemos fugir. Nunca esgotamos a vontade de nos juntar para mais aventuras e a próxima é já ao virar da esquina, para um fim-de-semana que inclui Castelo de Vide, Cáceres e Marvão…

Chegamos à Câmara Municipal de Gondomar ainda debaixo de calor, mas sobre mais um bom efeito provocado por mais uma caminhada e convívio AMUT´Caminhando.